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FERNANDA HAUCKE

Atriz de teatro de grupo, dançarina, produtora, educadora.

Formada em Artes Cênicas pela EAD/ECA/USP em 1989.

Integrante da Companhia do Feijão entre 2002 e 2019.

Integrante do núcleo artístico da Cia.Livre desde 2019.

 

Participa como integrante ou colaboradora próxima dos coletivos teatrais: A Barca de Dionísios, Marinho Piacentini Performance Brasil, Teatro Ritual de la Universidad de Colima, Teatro Balagan, Grupo Rosas Periféricas, Cia Antropofágica e como integrante da Companhia do Feijão entre 2002 e 2019 e Cia.Livre desde 2019.

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Estreia no teatro profissional em 1989 com o espetáculo COMALA, dirigida por Marinho Piacentini e que realiza apresentações no Brasil, Paraguai, Colômbia e México, quando o grupo passa viver na cidade de Colima, México.(de 1990 a 1993) Lá, como coletivo teatral Teatro Ritual de la Universidad de Colima, se une a universidade e participa de Mostras, Festivais Internacionais e oferece cursos de formação na própria Universidad de Colima e oficinas na Universidad Autonoma de Mexico. Em 1993 estreiam um novo espetáculo, concebido em espanhol,chamado LA BESTIA DE NUREMBERG.

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De volta ao Brasil, em 1998 faz preparação corporal e coreografias para o espetáculo, A HORA DA ESTRELA de Clarice Lispector e dirigida por Roberto Vignati. Em 1999 faz assistência de direção e coreografia para o espetáculo O CASAMENTO, de Nelson Rodrigues, com adaptação e direção Marinho Piacentini e para a peça MARAT SADE, texto de Peter Weiss, dirigido por Marinho Piacentini na Unicamp.Em 2000 participa da criação e montagem do espetáculo SACROMAQUIA, da Cia Balagan, dirigido por Maria Thais.

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 Em 2002 ingressa na Companhia do Feijão onde fica até 2019. Atua então como atriz narradora, produtora, educadora, preparadora corporal, coreógrafa, coordenadora de núcleos de pesquisa e projetos de investigação e da criação coletiva dos seguintes espetáculos teatrais: MIRE VEJA(prêmio SHELL e APCA de melhor espetáculo em 2003), REIS DE FUMAÇA (2004), NONADA (2006), PÁLIDO COLOSSO (2007), ENXURRO(2008), O Ó DA VIAGEM (2009), VELEIDADES TROPICAES (2010), ARMADILHAS BRASILEIRAS (2013), DA TCHAU - RUMO A ESTAÇÃO A GRANDE AVENIDA(2017), CABARÉ COLISEU (2018), A MÃE CANÇÕES PARA ACORDAR BERTOLD BRECHT (2019).

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Também, em 2010 e 2011 coordena o grupo de estudos em linguagem não-verbal dentro do projeto Quimeras Diálogos Utópicos, onde criou e dirigiu o espetáculo de teatro/dança “RUÍNAS CIRCULARES” inspirado no conto homônimo de Jorge Luis Borges. Em 2013 e 2014 coordena os núcleos de estudos : Bico do Papagaio, sobre a Guerrilha do Araguaia e Guerras Desconhecidas do Brasil Profundo, dirigindo ao final do processo o espetáculo GUERREADAS, inspirado no textos do escritor e jornalista Leonêncio Nossa.Além de ministrar inúmeras oficinas de criação teatral com aprofundamentos no trabalho de criação não verbal e na pesquisa do ator narrador. 

 

Como dançarina estuda dança clássica, moderna e contemporânea na Escola Ismael Guiser/SP de 1978 a 1989.Entre 1990 e 2019 pratica diferentes técnicas corporais: Método Laban, Circo, Yoga, Kung-Fu, Butho, Kempô indiano, Danças Circulares Sagradas, Danças Brasileiras, Coordenação Motora. Desde 1997 organiza e participa das oficinas de dança contempoanea que Cia francesa «à fleur de peau» de Denise Namura e Michael Bugdahn oferece anualmente no Brasil.Em 2015 realiza  o curso de formação no método Ivaldo Bertazzo.Em 2019, 2020 e 2021 participa do Projeto CORPOemTEIA sob orientação de Lu Favoretto, da Cia 8 Nova Dança.

 

Em 2015 participa da pesquisa e criação do espetáculo GUERRILHEIRAS OU PARA A TERRA NÃO HÁ DESAPARECIDOS, com dramaturgia de Grace Passô e direção de Georgette Fadel.

 

Em 2019,ingressa na Cia Livre e participa da pesquisa e criação dos espetáculos MORTE E DEPENDÊNCIA NA TERRA DO PAU BRASIL e OS UM E OS OUTROS, inspirado no texto “Horácios e Curiácios”, peça de aprendizagem  de Bertolt Brecht, sob a direção de Cibele Forjaz, realizando apresentações no Museu de Ipiranga, nas Aldeias Guarani Kalipety, Tenonde Porá e Krukutu no Sesc Pompeia e no TUSP.


Em 2020 e 2021 a Cia.Livre inicia novas investigações teatrais: A MORTE DA ESTRELA e HISTÓRIAS DE FIM DE MUNDO E O QUE VEM DEPOIS… esta, sobre narrativas indígenas de começo e fim de mundo, incorporando criações virtuais no repertório do coletivo.  

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